União Africana conhece programa de alimentação escolar do Brasil

União Africana conhece programa de alimentação escolar do Brasil
24 de setembro de 2015 Assessoria de Imprensa

Com informações da ONU

Uma delegação da União Africana, que congrega 54 países africanos, chegou ao Brasil no sábado (22) para ver em primeira mão o Programa Nacional de Alimentação Escolar. A missão contará com a presença de representantes de alguns governos de países africanos, em visita de estudo organizada pelo Centro de Excelência contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos (PMA) e pelo PMA União Africana e PMA Níger.

Os participantes vão discutir as estratégias do Brasil para vincular alimentação escolar com agricultura familiar. O objetivo é promover a adoção, por parte de todo o continente africano, da alimentação escolar como programa de proteção social e mecanismo fundamental para promover o desenvolvimento local e atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

A visita ao Brasil fornecerá informações relevantes sobre os desafios, lições aprendidas, estratégias e inovações envolvidos nas estratégias brasileiras de superação da fome e da pobreza, inclusive a Estratégia Fome Zero e o programa de alimentação escolar. O programa brasileiro provê refeições nutritivas a 43 milhões de estudantes em todas as escolas públicas do país, diariamente. Também investe 30% de seu orçamento na compra de alimentos produzidos por agricultores familiares, o que tem impactos positivos nas economias locais e na segurança alimentar e nutricional das famílias.

A delegação composta por ministros a Educação, Agricultura e Finanças, vai conhecer como o programa de alimentação escolar brasileiro é estruturado e financiado e visitar escolas e agricultores familiares, para entender os diversos aspectos envolvidos na implementação do programa. Ao final da visita, os participantes vão preparar uma nota técnica com subsídios para a reunião do Comitê Técnico Especializado em Educação da União Africana, em outubro de 2015, onde se debaterá o acordo para a adoção da resolução que será apresentada aos chefes de estado africanos na Cúpula da União Africana, em janeiro de 2016.

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